AJUSTANDO AS FAMÍLIAS PARA UMA VIDA FELIZ

INTRODUÇÃO:

            Enquanto as famílias sofrem com os ataques do diabo na tentativa de destruí-las. Há algumas questões bem simples que poderiam evitar muitos transtornos, se fossem observadas por cada componente do lar. É como aquela velha história do passarinho apagando o incêndio da floresta com a água do seu bico. Como ele afirmou, “eu estou fazendo a minha parte”.

            Daí vem a pergunta? Você está fazendo a sua parte para o sucesso da sua família?

Vejamos 3 atitudes que podem contribuir para o sucesso da vida familiar.

  1. 1.Marido e Esposa devem aprender a amar e a valorizar um ao outro.

Efésios 4:33 “Mas também está falando a respeito de vocês: cada marido deve amar a sua esposa como ama a si mesmo, e cada esposa deve respeitar o seu marido”.

O Rev. David Holm, num de seus sermões afirmou que: “Se a pessoa não vive ativamente a vida espiritual, não alcança as bases do amor conjugal nem estabelece um lar baseado nas bem-aventuranças celestes. Porque o casamento e o lar são, em si mesmos, coisas espirituais. Seus usos, suas alegrias são os privilégios daqueles que se voltam para o Senhor e mantêm esse esforço como seu amor dominante. Sem esse ingrediente vital de amor mútuo, o casamento se torna uma união meramente terrena, e o lar se torna apenas uma casa. É verdade, pois, que “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.

Amar deve ser algo cultivado diariamente pelos cônjuges, sob pena de insucesso familiar. Basta lembrar que foi o amor que uniu os cônjuges, então deve ser o mesmo amor que deverá ajuda-los a permanecerem firmes até o fim, cumprindo o juramente que fizeram ao Senhor  no dia do casamento, de serem fiéis, cuidar, amar, proteger, ou seja, fazer de tudo o possível para demonstra o amor ao seu cônjuge, até que a morte os separe.

Só a morte coloca fim ao casamento. Qualquer outra tentativa é diabólica, e precisa ser rejeitada, com o auxílio da palavra de Deus e do seu Espírito Santo que em nós habita.

Esforcem para amar e acima de tudo demonstrar esse amor.

Problemas, discussões, dificuldades, são coisas comuns ao casamento. Mas o amor verdadeiro lhes ajudará a suportar as aflições e a torná-los vencedores.

Ainda citando o Rev. David Holm: “A qualidade de cada lar depende diretamente da qualidade de vida do marido e da esposa, e de sua atitude e esforço em relação ao amor conjugal. Para edificar uma casa, em seu sentido real, os cônjuges devem trabalhar juntos e individualmente em prol desse que é o supremo dos amores humanos. Devem lutar diariamente para resistir todos os males que enfraquecem e destroem esse amor. Em suma, devem resistir à lascívia, à contenda, ao amor de dominar um sobre o outro, além de várias outras coisas que destroem o casamento”.

O desafio do amor está lançado – se você já não consegue amar como antes o seu cônjuge, porque teoricamente ele “não merece”. Ame-o, porque esta é a vontade de Deus para sua vida.

 

  1. 2.Pais devem assumir a responsabilidade da educação de seus filhos.

Provérbios 22:6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.”

Preparar os filhos para serem vencedores na vida é uma tarefa dos pais, não da igreja ou da escola.

Esta tarefa é intransferível. Você pai e mãe devem iniciar este trabalho desde a primeira infância, nos primeiros anos de vida.

Alguns educadores afirmam que logo que a criança começar a forma idéias deve ser iniciado seu processo de educação familiar.

Conceitos religiosos, morais, éticos, relacionais, entre outros, são conceitos que somente os pais poderão dar aos filhos de forma correta.

Sabe-se que é nos primeiros sete anos da vida da criança que se forma o seu caráter. Embora se consiga arrumar muita coisa na adolescência e juventude, principalmente se nessa idade eles se converterem, os problemas de quem está nesta idade está, geralmente, atrelado à má formação educacional nos primeiros sete anos de vida.

E quem dá essa formação? Sem dúvida, os pais. A psicologia do desenvolvimento vai nos dar a idéia que os primeiros três anos de vida então, são os mais expressivos, e a companhia da mãe e suas orientações neste período, são mais importantes ainda. Alguns psicólogos afirmam que nestes três primeiros anos, as crianças educadas por suas próprias mães desenvolvem melhor sua inteligência.

O que ensinar aos filhos? Ensine-os sobre Deus e seu amor por nós, e o amor de Jesus. Ensine-os também a amar ao próximo.

Dê lições sobre obediência e respeito aos pais, bem como de domínio próprio. Pais que deixam os anos se passarem sem dar lições de obediência aos filhos, poderão sofrer grandemente no futuro. Em Provérbios 29:15 e 17 lemos assim: “A criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe. . . Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma.”.

Portanto não transfira sua responsabilidade para outros. Pode ser difícil, mas será sempre recompensador educa-los para a vida e faze-los vencedores, na graça de Cristo.

No entanto, há algo ainda mais interessante que pode ser pensado por nós. Para Rick Warren, autor do famoso livro “Uma igreja com propósitos”; a família é um centro de aprendizado para a vida. Não somente ensinamos aos filhos, mas constantemente vamos aprender com eles.

Sejamos humildes para isto também.

  1. 3.Deixe sua família ser um lugar alegre e divertido pra você.

Ec. 9.9 BLH – “…aproveite a vida com a mulher que você ama.” Pv. 5.18 BLH – “Portanto, alegre-se com a sua mulher, seja feliz com a moça com quem você se casou…”

As pressões da vida estão roubando nossa alegria familiar. Para muitos, ir para a casa é um problema. Era o último lugar onde ele gostaria de estar. A esposa é brigona, o marido é fechado demais, os filhos são presos ou rebeldes.

Problemas do trabalho fazem o marido chegar com raiva de tudo e todos. E desconta na família. Problemas da casa, fazem a esposa despejar sua raiva no marido quando ele chega. E onde está a diversão?

Com certeza queremos que nosso lar seja um lugar de refúgio, um lugar onde possamos chegar, sentar ou deitar, e relaxar e aproveitar a vida. Poder aproveitar a companhia da esposa ou esposa, e rir das coisas que as crianças fazem.

Precisamos lutar para que nossos lares sejam mais divertidos e tenhamos prazer de estar nele.

Charles Swindoll, no livro “Você e suas Crianças”, escreveu como a experiência de educar seus filhos pode ser divertida, e narrou a sua própria experiência.

As horas de refeição à mesa são bons momentos para o treinamento do caráter. Muitos anos atrás Cíntia e eu decidimos que precisávamos trabalhar nas boas maneiras de nossas crianças à mesa do jantar. Nós estávamos começando a parecer e soar mais como um chiqueiro de porcos do que um lar de seres humanos. Antes do jantar eu sussurrei aos ouvidos de Curtis, que estava com seis anos de idade, que ele deveria servir Carissa, que estava com quatro anos de idade, antes de servir a si mesmo. Naturalmente ele começou a indagar porque deveria fazê-lo pois o prato com o frango estava bem diante de si e além disso ele estava faminto como um leão. Eu expliquei que era educado os meninos servirem as meninas antes de servirem a si mesmos. A regra soou como algo estranho e ele estava desejando fazê-lo desde que não levasse muito tempo. Vocês nunca acreditarão no que aconteceu. Depois da oração, ele pegou a travessa do frango, estendeu para sua irmã, e perguntou que pedaço do frango ela queria. Ela gostou de toda aquela atenção, mas sendo tão pequena, todavia, não tinha idéia das partes do frango. Mais do que rapidamente ela respondeu: “Eu gostaria do pé.” Ele olhou para mim, franziu a testa como se a dor da fome chegasse ao estômago, e olhou de volta para ela e disse: “Carissa, mamãe não cozinhou o pé,” ao que ela respondeu: “Onde está o pé?” Com uma ansiedade crescente ele respondeu num tom mais elevado, “Eu não sei! O pé está em algum lugar, mas não nesta travessa. Veja! Escolha um pedaço. Ande logo!” Ela estudou o prato de frango e disse: “Tudo bem, então me dê a mão.” Agora, seu pai e sua mãe estavam mordendo os lábios para evitar dar uma gargalhada. Nós teríamos intervindo, mas ao invés disso, decidimos deixar que eles resolvessem a questão por si mesmos. Isto é parte do processo de treinamento. Curtis disse: “Um frango não tem mão, ele tem asa, Carissa.” “Eu odeio asas, Curtis. Vá em, frente e me dê a cabeça.” Nesta altura eu já estava correndo para o banheiro. Eu não podia segurar mais as minhas gargalhadas. Curtis estava totalmente agitado. Carissa estava totalmente frustrada por não ser capaz de receber o pedaço do frango que ela queria. Entendendo a sua irritação com ela e a ausência de um pé, ou mão, ou cabeça no prato, Carissa finalmente disse num tom exasperado: “Tudo bem, me dê um umbigo!” Isso foi o suficiente. Ele pegou um pedaço e disse: “Isso é o melhor que eu posso fazer!” Ele deu para ela o peito que era a parte mais próxima do umbigo que ele poderia achar.

Onde é que você pode ver coisas engraçadas como essas a não ser no lar?

Você tem se divertido com seus filhos? Você tem se alegrado com sua família? Se você não se diverte com os seus filhos, não fique surpreso se quando eles crescerem eles não se preocuparem em vir mais visitá-los. Crianças querem estar onde elas possam se divertir.

Faça da sua casa um local divertido, agradável. Você aprenderá muito com seus filhos, e a vida em família valerá a pena. O Salmo 127 afirma que nossos filhos são um presente de Deus.

Vamos celebrar a nossa família!

Conclusão:

            Que tipo de família é a sua? Você ama sua esposa ou marido como Deus manda que amemos? Você educa seus filhos e aprende com eles, preparando-os para serem vencedores? Você tem feito do seu lugar um lugar divertido e alegre?

            Que tal dedicarmos nossa família ao Senhor nesta noite e buscarmos forças para tornar nosso lar, o melhor lugar deste mundo para nós?

            Deus dedicamos a ti nossas vidas e nossos lares. Que a Quarta Igreja Batista seja um lugar para edificação de famílias fortes e bem sucedidas pelo poder da tua palavra. Amém

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